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Arquitetura efêmera como forma de sentir a cidade

Rayssa Teixeira Vilela de Carvalho

Rayssa Teixeira Vilela de Carvalho

Orientação:

Luis Eduardo Borda, Tatiana Sampaio Ferraz

2020

tcc

Arquitetura Efêmera como Forma de Sentir a Cidade: é um trabalho que busca de forma íntima compilar parte da produção do grupo FLUTUA e o seu diálogo com o espaço urbano contemporâneo. Pode-se perceber o rompimento com o cotidiano, onde rastros foram deixados nas pessoas e na cidade com a trajetória do grupo e suas experimentações temporárias feitas de sacolas plásticas, durante esses anos de atuação. Na busca por construir uma cidade mais coletiva e lúdica, FLUTUA nasceu de um sonho experimental para imaginar novas possibilidades a partir de ações em grupo, na união de diversas pessoas e conexões, com uma gestão participativa e colaborativa, feita por mulheres. O grupo surgiu em 2017 durante a faculdade, com a união de amigas e com grande potencialidade em deixar marcas permanentes ao romper com a paisagem da cidade e provocar novas experiências no espaço.
A partir de técnicas simples execução e baixo custo, suas ações infláveis parasitárias nos espaços públicos confere surpresa, imprevistos, espontaneidade e estranhamento para o cotidiano e para as pessoas que estão ao seu redor, sejam elas crianças ou idosos.
A relevância de suas ações efêmeras infláveis pode ser compreendida a partir de dois pensamentos teóricos da cidade contemporânea, o POST IT CITY- Cidades Ocasionais, conceituado pelo arquiteto Giovanni La Varra e Intervenções temporárias, Marcas Permanentes, da autora arquiteta e urbanista Adriana Fontes Sansão. Os estudos e toda a trajetória pessoal pode comprovar a importância da construção do grupo FLUTUA como um corpo social coletivo necessário para reestabelecer novas relações espaciais e afetivas na cidade.

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Rayssa Teixeira Vilela de Carvalho

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